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InMyDefence

A paixao e o self

Abril 01, 2019

O amor divide-se em varias etapas, alias a afeicao pela pessoa objeto dessa emocao. Cientificamente o que nos atria a uma pessoa e’ muito mais do que pensamos, em si o amor pode ser egoista porque nos faz sentir bem ou altruistas porque queremos o bem dessa pessoa, mesmo que no fim, fiquemos sem ela....

Encontramo-nos e apaixonamo-nos, estavamos naquele momento no mesmo sitio... sorrimos, geralmente nao sao as palavras que tomam o primeiro lugar mas sim a linguagem do nosso corpo, meio sem jeito... um passo a mais e ficamos automaticamente ligados aquela pessoa, a paixao podera tornar-se intensa e sem conseguirmos explicar a pessoa comeca a dominar os nossos pensamentos.

A paixao pode ser causar stress, obsessao, compulsao. Felizmente e’ um estado temporario porque ninguem conseguiria viver em permanente estado de paixao, o desgaste seria incomportavel. Todas as religioes discutem o amor...

A paixao e’ regulada pelo cerebro, os neurotransmissores, o que nos faz mover, a emocao como a saudade, a motivacao ou ate a depressao. Alem disso os hormonios estao tb envolvidos como a oxitocina (apego) porque isto acontece?

A dopanina tem imensas funcoes, durante a paixao motiva-nos, esta associada ao prazer e a recompensa que nos traz o objeto da paixao. O cortisol esta elevado, a hormonia do stress nao consegue estabilizar, o coracao acelera, queremos estar mais alerta, perdemos o sono... Quando estamos com a pessoa nao queremos deixar de estar, estamos dependentes, nao nos controlamos, isso e a paixao que nos inibe o nosso self.

 

O cortex pre frontal faz-nos antecipar as consequencias das nossas acoes, como quando bebemos e o alcool inibe o cortex pre frontal e nos desinibe a paixao faz-nos o mesmo: a inibicao pre frontal corta-nos a destreza de percebermos o que estamos a fazer.

A paixao e’ sempre temporaria, dura de 12 a 24 meses.

 

What can we think about it?

If we are standing alone in this world?

We just want to share and hug someone...

What can we do if we are souls beyond the end?

We just want to be…

 

Agora?

Março 02, 2019

Ha tanta coisa que eu queria ter vivido, morado numa casa com vista para traseiras de prédios, beber vinho no canal de Amesterdão, conhecer os meandros do Areeiro, ter beijado mais,  dançar sem vergonha, estudar o que queria. 

Ainda não tive uma casa com jardim, e já vivi tanta coisa que como diz a canção me esqueci que a vida se vive num momento.

É muito difícil ir devagar, ter paciência, construir. Será que consigo? Será que há sempre tempo para fazer o que realmente queria ter feito?

Ha anos atrás fui fazer um workshop de teatro, assustei-me com o que ouvi e não voltei. Adoro teatro, estar em cima dum palco é incrível, gostava mais do que posso expressar de fazer teatro, nem que fosse uma única experiência.

As responsabilidades colocam-nos entraves tramados,deixei-me ficar... nas palavras de outros que já não estão cá: distrai-me da vida é a vida correu. 

Provavelmente vivi muito mais do que muita gente: o lado bom e o mau como uma serra do caldeirão da qual não se volta atrás!

Pela primeira vez sinto- me cautelosa, entre uma situação com potencial e uma situação complicada, sem certezas, com recursos feitos de obstáculo.

Olho para estas palavras que escrevo e fascina-me a magia das próprias, esvazio a mente, peço um sinal, não uma resposta mas uma assertividade que ainda não encontrei nestes caminhos que tenho para escolher.

Sabemos que há pessoas que nasceram com sorte, com pais que as amaram, futuros fáceis, lutas resolvidas e amor.

Sabemos,eu e a minha alma, da solidão de não ter ninguém, de nada ser para ninguem, companhia que ficou e trouxe a amargura de não acreditar no amor de ninguem.

A vida é só uma, posso me esparramar ao comprido, posso ter que fazer o que não queria. Deste lado o fácil: ficar, construir, adaptar-me. 

Se ficar entrego mais um sonho, fico a pessoa que nunca fui, una rotina, tudo certo, tudo em paz.

Eu em guerra, não cedi à aventura de tentar sorrir todos os dias, de ser feliz,de realizar os sonhos.

Tudo isto se passou há uns anos atras, arrisquei e cumpri, de facto, alguns sonhos.

Agora, tudo isto se passa de novo e eu aqui nesta encruzilhada, certinha do que quero e sem ser capaz de sentir o instinto.

É a idade a enganar-me? E agora? 

 

First Date

Fevereiro 10, 2019

 

 

Maybe you don't remember... Probably you don't! 

 

I wonder what you think when you think about us... do you remember the first time we met? do you remember the first kiss? do you feel inside of you the sensation, the desire, the indecision?

We were younger, we could dream with things, be a bit crazy and inconsequent! I was in love with you and you had a passion for being with me. I cannot say if you loved me, I think I loved you but what is love? What is love, someone? Sometimes, I think that I still LOVE YOU! Or, at least, the idea of you...

So many conversations, so many shares, so many poems, writings, love, intimacy, secrets, whispers, life. My favourite moments with you were the one we kiss first, the one you gave yourself totally, the one where you looked for my hand grabbed it and looked me in the eye.

I will love those memories forever,  we lived so many intense moments that I cannot forget. You made me feel happy and you made me feel lousy, you made me feel special and you made me feel nothing, you made me feel alive!

 

 

 

 

"How can I forget
Those beautiful dreams that we shared?
They're lost and they're nowhere to be found
How can I go on?"

 

 

 

Palavras

Fevereiro 05, 2019

As palavras fabulosas, transportam-nos a mundos, inventam-nos instantes, oferecem-nos ideais, poemas, poesias. As palavras sao maravilhosas, dao-nos conforto, dao-nos energia, dao-nos are a possibilidade de mergulhar em nos e nas nossas memorias e ocm elas constuir novos futuros.

Ontem estava a ver um video no Youtube, uma casa na Baia, fantastica e verde, com uma pequena praia, a moradora tinha sapatinhos de judia, uma planta linda que oferecia uma magia ao lugar. As palavras fizeram-me sorrir, que nome lindo para uma planta!

E assim de repente as palavras mudam a vibracao de um dia, o que muito acontece quando leio Lobo Antunes, principalmente as cronica sonde ele se liberta e e’ tao criativo. Gosto das viagens ao passado, das pequenas historias, das pequenas memorias dos gestos entrelinhas, dos suspiros entre silabas, dos desejos em reticencias...

De Saramago prefiro os poemas, como este...

Oculta consciência de não ser, 
Ou de ser num estar que me transcende, 
Numa rede de presenças e ausências, 
Numa fuga para o ponto de partida: 
Um perto que é tão longe, um longe aqui. 
Uma ânsia de estar e de temer  […]

 

What should I say?

Janeiro 28, 2019

 

As vezes as memorias quebram-nos como por entre paginas de livros velhos, caem fotografias desbotadas que nos confundem a razao e a ilusao, o sentir e a paixao. Hoje eu preciso de acreditar, nao em isto ou aquilo, nao em outra pessoa. Eu preciso de acreditar em mim! Que vou conseguir.

Relembro quem era num ten years challenge intermitente, entre memorias de sentimentos, palavras e circunstancias e caminhei tanto. Quanto eu caminhei para estar a escrever daqui desta terra distante. Quanto cresci e vivi, quanto conheci e desocbri,quantas decisoes tomei para chegar onde estou. Contudo e quase comoa  cancao, tenho ed deixar de fugir de mim e ficar, construir, sonhar e deixar de me auto-sabotar. Nao posso modificar o passado mas posso estar presente para um futuro em que as cores sejam sintonia de mim.

Quero acreditar nem que tenha que o dizer cem vezes, nem que tenha de insistir em mudar este pensamento pessimista, esta nostalgia do que poderia ter sido, do que ja foi, do que nao volta e nesses loops irrelevantes nao vivo de verdade o que devo.

Estes ultimos meses tem me ensinado licoes valiosas: menos e’ mais, qualidade interessa mais do que quantidade, bom gosto aprende-se, as escolhas influenciam o nosso bem-estar, um passo muda um caminho.

Acredito que comeco a ser uma pessoa diferente, um adulto finalmente, um ser humano mais consciente do que e’ realmente o mundo e de como nao podemos ser totalmente transparentes, que devemos guardar para nos o que de mais precioso temos.

 

 

What should I say? What can I wish? Can I pretend to be a person different from what I am? Can I dream? I am a dreamer, a poet and a writer and I do not wish to be linked to other things. I am nothing different and Sinatra sings me...

I like movies, sunsets, travelling, beaches, salted sea and the sunset colours mirroring on the sand. I like music, my hand in his hand, I like me, I like seafood, wine, cheese, olives, and my favourite things are books and pens. I would like to have beautiful handwriting but I have not! My handwriting is like my brain: hard to understand and different every time. I’m a simple person but I no longer trust in having friends or meet new people and it is hard because I really would like too. I don’t like heat but I love Summer, I don’t like the cold or the Winter but I believe there’s magic every time of the year.

I really would like to be a writer, an anonymous one without interviews or travels or long explanations about what I wrote! I like my sofa and my bed, I like a beautiful table to put on my cooks and home baking, therefore I think the most important thing in the house is home cooking, peace and love around. I like poems but I do not know many foreign poems, I prefer to read online but I prefer to read paperback books than eBooks, I find them quite boring and complicated. I like other daily things but usually, I don't have the patience to have them in my life. I understand that I love to be at home more than I used to like it.

 

Aveiro

Janeiro 05, 2019

 

Um dia apaixonada por ti parei em Aveiro e esperei, tinha sido fantastico partilhar aquela viagem contigo como se fossemos um casal de namorados, de mao dada e sorrisos nos labios, de olhos nos olhos, felizes por estarmos juntos.

 

Perdeste o comboio e acabaste com a minha ilusao que quase estourara na minha imaginacao, fiquei furiosa e frustrada. Como tu nao tinhas conseguido cumprir um horario? Como tinha sempre de esperar por ti? Nunca chegavas a tempo e eu esperava e simplesmente tinha a paciencia de ignorar a tua falta de sensatez.

E assim Aveiro ficou ali da janela a saber-me a nada, nem ovos moles, nem ria, e eu a tentar nao ch

orar porque quase sentia o momento que nao viveriamos! Tenho de voltar a Aveiro, atravessar as ruas, comer ovos moles, fotografar as casinhas das riscas, descobrir o moliceiro , fotografar a ria...

Talvez nesse dia me ria, de lembrar dessa memoria que nunca sera, o dia em que em Aveiro parariamos a comer ovos moles, a passear de mao dada, a olhar o sol e a Ria, talvez combinassemos fotos com o moliceiro ou as tais casinhas.

 

Eramos felizes e a vida ainda deu para tal.

Equilibrio

Dezembro 28, 2018

A epoca do Natal e o fim de ano estao associados a nostalgia, a relembrar memorias, tracar planos e ate criar novos caminhos. Nesta minha senda de tentar descobrir-me mais comecei a relembrar como eram os blogs sapo de ha anos atras. Muitos comecaram blogs para publicarem o que mais gostavam, muitas vezes um namoro quase epistolar comecava e os amores trocavam posts e comentarios deixando as paixao crescer por entre o misticismo das teclas... Na altura a partilha era imensa e intensa, os blogs eram quase salas de estar, cafes em que os participantes tertuliavam no fim do dia, as vezes madrugada adentro. Dias passavam a almejar o comentario do amado/ amada, as vezes escassas linhas, outras vezes verdadeiras odisseias, e outras...nada...

Existiam muitos elogios nos comentarios, as vezes um anonimos venenosos, outras desafios para partilhas e houve uns anos entre 2006/ 2007 que senti que existiam mesmo blogs de culto, alguns que podiam ter sido livros, outros que os autores podiam ser escritores, outros que deixaram memorias e dos quais guardo excertos, comentarios, textos inteiros. Claro que tudo as vezes era exagerado, extrapolado e mal interpretado porque as emocoes transpareciam nas letras mas o tom nao, a imagem podia ser dissonante e o que se queria dizer perdia-se na pontuacao nem sempre cuidada. Estes blogs de culto eram nomes sonantes que publicavam coisas de valor literario, textos favulosos criativos com verdadeiro amor a lingua portuguesa!

Os blogs eram fantasticos, contudo acabaram por dar lugar a outras plataformas como o hi5, e depois facebook e as pessoas comecaram a partilhar os seus pensamentos doutra forma, relaccionando-se com as suas afinidades duma forma quica mais proxima. No entanto, a magia dos blogs desse tempo mantem-se no imaginario de quem a viveu, existia uma aura de misterio e tambem uma aura de perfeicao: quem estava do outro lado era fantastico e lindo, imaginava-se com criatividade ate porque as pessoas nao tinham ainda (!) o costume de colocar fotografias pessoais online e ninguem ia imaginar gente mais velha do que as letras e mais gorda do que as palavras!

Recordo-me que as vezes passava mais tempo a elaborar a apresentacao do post do que o texto em si, nao que houvesse desmerecimento do mesmo, mas a apresentacao era essencial para que a interpretacao fosse a idealizada! Cheguei a alterar a visualizacao do blog (template), aprendi html e a ajustar o inicio dos videos do Youtube (som, inicio, resolucao de cran) e dava-me gosto como um hobbie que larguei quando me comecou a tomar muito mais tempo do que o disponivel e a influenciar a minha vida de forma menos favoravel.

Ha muito tempo que nao releio algo que tenha escrito naquele tempo... quando o faco ou me espanto ou me envergonho. Umas vezes porque nao me lembro do que escrevi e acho brilhante o que leio, e outras porque acho infantil, ridiculo e imaturo o que escrevi. Faltava-me mundo, sapiencia para reflectir e experiencia para lidar com o negativo, faltava-me idade, viver, faltava-me sair de mim e entender melhor o outro.

Ainda agora a escrever o Year Compass refleti que devo ouvir mais do que falar, ainda nada perdido ainda tanto para aprender. Nos somos constante evolucao, se a procurarmos ha sempre algo mais a descobrir, a afinar!

Talvez a magia de ha dez anos atras nao volte aos blogs, porque agora o mundo e' mais rapido e a interacao tecnologica mais instantanea, mas os blogs ainda sao importantes, ainda se partilha muita coisa interessante e ainda se escreve muito bem por aqui. Ainda e' possivel surpreender, debater um assunto acaloradamente ou partilhar um poema apenas porque sim.

O ano que vem pode ser uma aventura!

Entretanto...

Dezembro 16, 2018

Estou para aqui a ler um livro de um autor que nao que o conheca mas conhecendo do tanto que o leio.

Lembro-me de ti, do sabor dos morangos e da tarde que passamos, sorriamos a  dancar que e' sempre diferente de dancar a sorrir. Dizias-me coisas assim e fazias-me pensar!

Ai!Tinha tantas saudades, que quase uma dor!

Onde estaria? Apetecia-me ligar-lhe falar de Julio Iglesias, da propria da Iglesia que descobrira, branca de amarelo debruada, de escadas convidativas e uma procissao memoravel que passava anual.  Sentava-me nas escadas quietas, de manha, ouvia no telefone um cambiar de musicas que eram tao ecleticas que me recuso a por-las aqui.

Que teria sido de nos se ha dez anos quase mais, tivessemos dado outros passos? Ele disfarcava sempre com a cultura infindavel que tinha, contando historias, desfilando sabedoria e filosofias, argumentavam os dois e ele ria-se a dizer 'nao pensas'!

No entanto ele revelava-se quando tocava a viola, o som invadia a calma e as palavras desfilavam subtis num canto dum olhar. Em mim sempre a verdade se revelou pelos ombros, gestos irreflexos, pequenos e que me assustavam nao fosse ele reparar como quando me perguntou se eu tinha frio... e eu disse que sim, sabia la que responder, e ele foi-me buscar uma samarra a pesar-me nos ombros, ele a rir-se e a samarra a pesar no reflexo do meu ombro direito que se virava para ele, que o queria! que naoq ueria a samarra, que nao queria a roupa...

Isto da vida nao nos permitir realidades paralelas, de nao nos permitir ir viver ali um bocadinho, bem lhe dissera que as vezes as pessoas tinham de ser inteligentes e deixar os outros viverem uma experiencia, crescerem, deixarem a posse de lado. Vou-lhe ligar, isto em mensagem fica muito grande nao da, vou-lhe ligar e dizer que o quero, quero dancar com ele e comer morangos, uvas moscatel e beber um vinho tinto como ele sabe escolher, um vinho doce encorpado com a forca de uma tarde verao e a profundidade de um horizonte.

Quero ligar-lhe e dizer que gosto do jardim dele, das rosas e das hortensias, de como ele olha para o jasmim e eu sei que o lembra de mim porque qualquer perfume que eu use tem sempre jasmim porque me lembra o seu jardim. Quero ficar a namorar o por do sol, a brilhar nos oculos dele que ele poe para esconder a claridade que lhe invade o olhar de me ver rir. Quero telefonar-lhe e dizer tudo isto, dizer-lhe que nao ha forma de continuarmos a adiar, a vida vai passando, quero ficar a ouvir Sinatra, quero que ele me ensine todos os outros de que gosta como me trouxe aquela musica incrivel que eu confesso, nao tinha idade para conhecer. Aquela dos Beatles que chama os amores antigos, que fala de amor e de esperanca, de uma lealdade que fica para sempre em lacos eternos de afecto.

Quero ir com ele a Londres e Paris, a Grand Place e ao museu ver o Van Gogh, comer uma carbonara verdadeira e que ele me leve pela mao a descobrir a patria amada, quero ver pelos olhos dele o que o tempo ainda nao me trouxe e o que gosto e nao aprendi a gostar, descobrir outras cores ou tons e vou...vou, ligar-lhe.

 

 

Blue moon
You saw me standing alone
Without a dream in my heart
Without a love of my own

O ano que finda... Year Compass!

Dezembro 13, 2018

O ano esta a findar. As pessoas deviam refletir em vez de se escavacarem em compras para quem nao sabem amar ao longo de 365 dias. Talvez aquela pessoa prefira um bom almoco perto do mar do que um presente que nao achara nem eira nem beira! ou a outra pessoa precise de um bom livro, aquele, que ate e' caro ( que os livros em Portugal tem de ser caros nao va o povo educar-se!) 

Ha coisas tao boas para oferecer, nao tem de ser materiais! Tempo e' precioso!

Este ano reli 'O Segredo', acabei a ver o documentario da Netflix, revejo blogs de minimalismo, e chega-me as maos o Year Compass que e' qualquer coisa de extraordinario e aqui vos deixo em jeito de presente o link, no canto superior direito poem mudar a lingua, em ingles esta mais correto do que em portugues. A origem e' hungara, um pais de que pouco sei.

Pensei que fosse da Dinamarca o pais do hygge, a ideia e' gira, merece atencao, reflete-se pensa-se, ate se pode acrescentar perguntas. E no fim uma lista de desejos, nao se esquecam que o Universo nao le a palavra 'nao', por isso foquem-se em pedir o que querem e nao em escreve ro que nao querem!

Ainda a volta do Natal... 'a melhor do que uma mesa farta? luzes de natal amarelas, acolhedoras que podem ate nem piscar? doces de que todos gostam, sorrisos, conversas, musica e gente que nao andou em stress para comprar prendas de que nada servem ou nas quais empenharam dinheiro que nao tem!

Ainda a volta do minimalismo e afins... isto esta tudo ligado, descobrimos o que queremos, percebemos o que nos faz falta, e que o espaco fisico e mental e' importante! a lei da atracao esta interligada com o minimalismo e este com o year compass e este com bem estar e hygge.

O mais importante na vida e' ter saude e familia, ou a falta de familia directa, uma construida por nos, e saber que a vida e' curta e YOLO assim e' tirar sem piedade gente toxica da nossa vida, afastar o que naos nos faz falta mesmo que tenhamos cometido o erro de gastar dinheiro em comprar (ha quem precise ou deseje!), trazer para a nossa vida o essencial e entender o que realmente gostamos a fim de minimizar o erro de voltarmos a cometer as mesmas escolhas que nao nos serviram. Ler a Marie Kondo e reorganizar a vida tambem e' muito boa ideia, bem melhor do que andar em stress em shoppings!

Ha uns quase sete anos, conheci um blog maravilhoso, fartei-me de destralhar, contatei com o minimalismo pela primeira vez e foi uma libertacao mas ainda nao estava preparada para saber o que queria, para entender que tinha de saber o que gostava para nao voltar a consumir inutilmente, assim as coisas descarrilaram de novo! Nao voltei a ser tao consumista mas voltei a fazer erros, e assim a juntar coisas que ainda nem usei, e a ter coisas que realmente nao queria! 

E' muito facil juntar coisas de que nao precisamos, que naonos servem mas porque sao engracadas, baratas ou tem um forte poder de atracao nos conquistam e quando vamos a ver ja estamos com dificuldade a fechar gavetas! E se eu destralho, e se eu nao tenho arrecadacao (felizmente, o melhor que me aconteceu!) mas isto de pensar na altura que o impulso atraicoa a logica! na altura que as sinapses dao cabo da razao e os diabinhos todos se juntam numa mob a gritar compra compra e eu  ali ! Pelo que dizem o pior e' pegar no objeto, e' meio caminho andado para comprar, uma tecnica muito usada pelos vendedores, na rua por exemplo adoram dar-nos um papel para a mao a pessoa pega e depois para e tem de ouvir e depois devolver a porcaria do papel ou do objeto?

 

Va, pensem, agora que o ano finda. Imprimam o year compass, sentem-se convosco, num sitio acolhedor em que nao sejam interrompidos, o ideal e' fazer ao longo de alguns dias porque 'para ser grande se inteiro'!

 

year compass

ROMA AMOR ROMA

Novembro 16, 2018

Ter ido a Roma foi bom, diferente e os melhores dias foram aqueles inesperados. Desepera-se pela chuva e por tanta gente, pelos indianos que nos bloqueian o caminho para vender mais um poncho, um chapeu de chuva, um souvenir... chatos!! invadem Roma, esses e outros que a noite vendem malas replicas de grandes marcas. 

Os Monumentos sao fabulosos, as pequenas ruas e lojas, as coisas inesperadas, como descer Quirinale e encontrar a Fontana de Trevi que eu julgava numa praca larga, o poder da fotografia....

O mesmo poder que transforma o ocre dos predios em charme,a luz certa e o ar cosy das narrow streets transportam-nas, o Vaticano e' quase Fatima... nao vale a pena aquele comercio todo quebra a mistica, dizem q la dentro e' fabuloso sinceramente nao me apeteceu pagar 'a Igreja para ver.

Trastevere foi especial, gostaria de ter visitado mais o bairro, consegui ver dois supermercados (fazer vida normal de residente), almocar num restaurante que nos ia enganando :) e visitar a Basilica de Santa Maria Maior, muito bonito. Mas nesse dia choveu caes e gatos e realmente nao deu para andar mais a pe e ver mais.

Vimos bastantes pracas e recantos, andamos a pe pela cidade inteira, o coliseu e' de facto fantastico e o Circo Massimo nada mais e' do que um descampado! :O jantavamos muito bem por um preco razoavel, infelizmente desiludiu na ultima vez uma ve que o Pasta & Social anunciava lulas num prato de ameijoas e camaroes... bem camaores foi um lagonstim e um camarao e lulas nem ve-las.... no entanto perto do Circo Massimo ha um Mercado ' Campagna Amica - que e' qualquer coisa de especial a tentar principalmente a porchetta. abre as quartas e mais nao sei e adorei!

Aidna descobri a minha camisa sold out H&M, a loja da ZARA er fabulosa, a Via del Corso era enorme e linda, os Spanish Steps sao uma praca bonita que merece contemplacao. A galeria Alberto Sordi foi uma bela surpresa, nao estava no itinerario e adorei, o chao e o tecto *quase um vitral!! 

Ao hotel nem faco referencia, nao era mau mas era melhor pela localizacao com uma bela gelataria de esquina e com todos os sabores provados aprovados! A dez minutos a andar bem da Fontana di Trevi...

Gostei de visitar lojas de departamento novas, no ultimo dia descobrimos um metro que tinha dado jeito e o monumento a Vitor Emanuel surpreendeu-me logo desde o primeiro dia. Magnifico!! 

Sai de Roma com pouca vontade de voltar, cansada e desiludida com os indianos, turistas e  a cidade tao suja e desorganizada. Nao sei se voltaremos la, mas e' sem duvida uma excelente recordacao e foi uma escolha acertada. Todos queremos ver os monumentos que desde sempre observamos na televisao.

A conducao dos italianos e' pessima, confusa e sem regras. As vespas nao ambundam assim tanto e os comerciantes de rua sao agressivos ao ponto de nos insultarem em ingles por nao lhes respondermos... mas quem disse as criaturas que we understand the queen's language?

 

 

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