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InMyDefence

What should I say?

Janeiro 28, 2019

 

As vezes as memorias quebram-nos como por entre paginas de livros velhos, caem fotografias desbotadas que nos confundem a razao e a ilusao, o sentir e a paixao. Hoje eu preciso de acreditar, nao em isto ou aquilo, nao em outra pessoa. Eu preciso de acreditar em mim! Que vou conseguir.

Relembro quem era num ten years challenge intermitente, entre memorias de sentimentos, palavras e circunstancias e caminhei tanto. Quanto eu caminhei para estar a escrever daqui desta terra distante. Quanto cresci e vivi, quanto conheci e desocbri,quantas decisoes tomei para chegar onde estou. Contudo e quase comoa  cancao, tenho ed deixar de fugir de mim e ficar, construir, sonhar e deixar de me auto-sabotar. Nao posso modificar o passado mas posso estar presente para um futuro em que as cores sejam sintonia de mim.

Quero acreditar nem que tenha que o dizer cem vezes, nem que tenha de insistir em mudar este pensamento pessimista, esta nostalgia do que poderia ter sido, do que ja foi, do que nao volta e nesses loops irrelevantes nao vivo de verdade o que devo.

Estes ultimos meses tem me ensinado licoes valiosas: menos e’ mais, qualidade interessa mais do que quantidade, bom gosto aprende-se, as escolhas influenciam o nosso bem-estar, um passo muda um caminho.

Acredito que comeco a ser uma pessoa diferente, um adulto finalmente, um ser humano mais consciente do que e’ realmente o mundo e de como nao podemos ser totalmente transparentes, que devemos guardar para nos o que de mais precioso temos.

 

 

What should I say? What can I wish? Can I pretend to be a person different from what I am? Can I dream? I am a dreamer, a poet and a writer and I do not wish to be linked to other things. I am nothing different and Sinatra sings me...

I like movies, sunsets, travelling, beaches, salted sea and the sunset colours mirroring on the sand. I like music, my hand in his hand, I like me, I like seafood, wine, cheese, olives, and my favourite things are books and pens. I would like to have beautiful handwriting but I have not! My handwriting is like my brain: hard to understand and different every time. I’m a simple person but I no longer trust in having friends or meet new people and it is hard because I really would like too. I don’t like heat but I love Summer, I don’t like the cold or the Winter but I believe there’s magic every time of the year.

I really would like to be a writer, an anonymous one without interviews or travels or long explanations about what I wrote! I like my sofa and my bed, I like a beautiful table to put on my cooks and home baking, therefore I think the most important thing in the house is home cooking, peace and love around. I like poems but I do not know many foreign poems, I prefer to read online but I prefer to read paperback books than eBooks, I find them quite boring and complicated. I like other daily things but usually, I don't have the patience to have them in my life. I understand that I love to be at home more than I used to like it.

 

Aveiro

Janeiro 05, 2019

 

Um dia apaixonada por ti parei em Aveiro e esperei, tinha sido fantastico partilhar aquela viagem contigo como se fossemos um casal de namorados, de mao dada e sorrisos nos labios, de olhos nos olhos, felizes por estarmos juntos.

 

Perdeste o comboio e acabaste com a minha ilusao que quase estourara na minha imaginacao, fiquei furiosa e frustrada. Como tu nao tinhas conseguido cumprir um horario? Como tinha sempre de esperar por ti? Nunca chegavas a tempo e eu esperava e simplesmente tinha a paciencia de ignorar a tua falta de sensatez.

E assim Aveiro ficou ali da janela a saber-me a nada, nem ovos moles, nem ria, e eu a tentar nao ch

orar porque quase sentia o momento que nao viveriamos! Tenho de voltar a Aveiro, atravessar as ruas, comer ovos moles, fotografar as casinhas das riscas, descobrir o moliceiro , fotografar a ria...

Talvez nesse dia me ria, de lembrar dessa memoria que nunca sera, o dia em que em Aveiro parariamos a comer ovos moles, a passear de mao dada, a olhar o sol e a Ria, talvez combinassemos fotos com o moliceiro ou as tais casinhas.

 

Eramos felizes e a vida ainda deu para tal.

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